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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O Pagador de Promessas


Quando tive a oportunidade de ler esse livro, pensei que fosse mais um daqueles que somos obrigados a ler para prestar o vestibular (é que não sou adepta da leitura forçada. Ler pra mim tem que ser por prazer). Mas, eu fiquei encantada com a história do "Zé-do-Burro", com a sua incrível demonstração de fé e o seu amor incondicional por outro ser, por mais que esse não seja humano.

A simplicidade da vida de Zé e a verdade com que ele vive a vida são envolventes, nessa obra criada por Dias Gomes.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom


Está com vontade de dar boas risadas?! Então recomendo "Os Delírios de Consumo de Beck Bloom", da autora Sophie Kinsella. É uma leitura simples e divertida. 

Confesso que me identifiquei e muito com a jovem jornalista consumista, Rebecca, me envolvi nas suas trapalhadas e romances, me empolguei com suas conquistas e fiquei chateada com as suas derrotas. Se você está precisando quebrar um pouco a rotina dos livros sérios e quer garantir algumas gargalhadas leia essa comédia romântica.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

A ditadura da beleza não dá pra mim!

A respeito da estética e esteriotipação da beleza. Não que eu seja arredia quanto a me arrumar, cuidar da aparência. É bom sentir-se linda e ser elogiada. Mas, eu não concordo com o lance de ela ser tudo ou pelo menos fator primordial – é lógico que você deve estar se perguntando: mas a beleza não é a primeira coisa que reparamos?!. Tudo bem, de fato é, mas vou direto ao ponto.

“Oh pra ela, fez a sobrancelha!”, “Olha tá com a unha pintada”, “Olha passou rimel, brilho e blush”, “Você tem que usar um salto alto, é outra coisa”. Não tá entendo nada, pois bem, essas são algumas das frases que escuto de vez em quando. E vou confessar que não gosto nem um pouco delas.

Sou contra essa imposição social, de que as mulheres têm que estar sempre maquiadas, usar salto, cabelos lisos, roupas justas. Não,  EU NÃO SOU ASSIM, não quero andar por aí parecendo que saí da mesma fábrica em que algumas “barbies” folho_esfumado-maquiagem-preto-prataoram produzidas.

Acho que esse é o “X” do problema. Percebo, que perdemos a individualidade e originalidade. Quando vou a um restaurante, shopping ou show, todas as meninas estão no mesmo modelito, do cabelo aos sapatos. O importante é integrar o mesmo grupo, e não sair do uniforme. Daí eu te pergunto: será que você não está se alienando?! Cadê a sua personalidade?! Quem é você mesmo?!

Não gosto de salto alto, tão pouco roupa colada e justa, uso maquiagem quando estou a fim (e somente o básico), faço a sobrancelha quando necessário, não morro se demorar, (ao contrário do que muitos pensam) meu cabelo é duro-cacheado (e eu curto ele desse jeito). E nem por isso me acho menos feia ou bonita, essa questão é subjetiva. Acredito que cada ser se sente bem, quando está no papel dele mesmo, sem se importar com que os outros pensam. E é esse exercício que tento praticar com muito esforço. Eu me arrumo da minha maneira e me sinto muito bem.

Não faço o tipo “mulherzinha”, dependente de salão de beleza (só o meu cabelo Rs), faço o tipo Camila de ser. Goste ou não, eu sou assim!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Estação da La...pá casa da p....


Era sexta-feira, dia chuvoso, ventada bastante e eu estava indo rumo ao centro da cidade do São Salvador. Fazia tempo que não andava por aquelas bandas e até tinha me esquecido, assim como o poder público, como a região é abandonada, suja, insegura e desorganizada.

Talvez os esforços dedicados a fazer a maior festa de rua do mundo, as desculpas para a não conclusão do metrô, as promessas de um bom trânsito para a Copa do Mundo 2014, o falso make up da orla e por que não a bajulação do próprio ego de quem diz que cuida da cidade, tenham ocupado espaço demais na agenda do JH.

A Estação da Lapa encontra-se num estado deplorável, o quê não novidade para quem passa por lá, o fedor de “mijo”, a aglomeração de camelôs (que precisam de um lugar para comercializar e garantir o sustento), a enorme quantidade de moradores de rua, “malandros”, as escadas rolantes quebradas e a falta de ônibus, são alguns dos pontos que pude destacar.

A sensação de insegurança constante me incomodava, parecia que eu estava em uma daquelas cidades retratadas em filmes de bang-bang, sem lei e sem dono. Tudo bem que sou um pouco “noiada” com essas coisas, mas uma parte da Estação é quase inabitada, então...

Peço, não mais a JH – porque se ele não fez nada durante quase quatro anos, não vai ser agora no final do mandato -, mas para o próximo prefeito dessa terra - que hoje se encontra sem cuidado algum – que Salvador não se resume apenas ao carnaval, futura copa do mundo, possível funcionamento do metrô ou falsa revitalização da orla. A venda de Salvador como a cidade da alegria, não cola mais, o slogan agora é: cidade da agonia!

Salve São Salvador!

* Imagem retirada da matéria  MP discute recuperação da Estação da Lapa, do dia 06 de abril de 2011, site Bahia Notícias.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Ela é sem noção... Mas mesmo assim...

Para a irmã do meio que eu mais amo!

“É o quê?! Não estou entendo nada!” Não, esse não é um post sobre a Velha Surda da Praça é Nossa, é sobre uma garota especial e o nome dela é Nathália. Não sei se você reparou, mas não é qualquer Nathália, é com TH e acento no segundo "A" (coisa que ela faz questão que ninguém esqueça!).

Bem, essa jovem é a segunda de uma série de três filhas e ela veio, digamos, de um jeito “diferente”, talvez tenha tido algum acidente de percurso durante a gestação, mas isso não interessa agora. O que quero dizer que essa singular criatura é personagem de momentos que às vezes até mesmo sua família, amigos e Ele duvidam.

Pense em um alguém que não consegue acompanhar, na maior parte das vezes o raciocínio de uma conversa; demora séculos para entender uma piada; sempre está por fora das novidades; esquece de dar todos os recados; quase sempre não escuta o que a gente diz e é capaz de soltar frases como “Estou com infecção intestinaria” ou “Ai, acho que estou com gripe interna!” (sem comentários).

Ah! Sem falar nas fotos de altista (como diz um certo primo seu) ou na rebeldia com a beleza. Mas, sim existe uma super melhor amiga patricinha, que dobra ela de jeito. E essas questões técnicas já estão sendo resolvidas.

Não pense você, meu caro, que se trata de uma mera implicância. Nada disso, porque como ela mesma afirma “Os gênios são incompreendidos!”. Além disso, eu só pego no pé de quem eu amo.

Talvez o seu dom com os números e com a tecnologia tenha ocupada espaço demais no seu pequeno HD cerebral. Porém, uma coisa é certa se não existisse, TINHA QUE MANDAR INVENTAR UMA IGUALZINHA. Os momentos e histórias comédias, não seriam os mesmos sem esse serzinho de outro planeta e as suas colocações e ações sem noção. Te amo dedãozinho! (roliça e grossa! Rs)